quarta-feira, 14 de maio de 2014

Quem conta um conto aumenta um ponto - Turma 212

 
 
 
Turma 212 em ação!


A entrevista

Tema: Eu não usei toda minha riqueza em roupa

Entrevistador: Estamos aqui com o Príncipe e sua Princesa. O tema de hoje é: “Eu não gastei toda minha riqueza em roupa.”
Príncipe: Sim, exatamente! Fui conferir no cofre quanto tínhamos e percebi que havia sumido algum dinheiro.
 Entrevistador: Isso é verdade, Princesa?
 Princesa: Claro que não! Eu comprei, sim, alguns vestidos, mas não usei toda minha riqueza em roupas. Deve ter sido ele, jogando com os amigos.
 Príncipe: Princesa pare com isso! Pois você sabe muito bem que não pode ver uma roupa que já quer comprar. Assim vai me levar a falência!
 Princesa: Ah, meu caro Príncipe! Confesso que gastei sim em algumas roupas, mas eu não imaginei que usaria quase toda nossa riqueza.
 Entrevistador: Então você confessa que usou toda a riqueza em roupas, princesa?
Princesa: Sim, eu confesso! Mas prometo me controlar de agora em diante, tá Príncipe?
Príncipe: Cara Princesa é claro que você vai parar, pois a partir de agora você não terá mais acesso ao cofre real. Somente eu darei dinheiro a você!
Princesa: Não! Não aceito! Isso não é justo!
Príncipe: Está decidido e encerramos aqui!
Entrevistador: Terminamos aqui a nossa entrevista, com a confissão da Princesa, de que realmente usou toda a riqueza em roupas!
(Autoras: Fernanda, Letícia, Pâmela e Vitória)

O AMOR

            A nossa história começa no país Estrela, liderado pelo rei Augusto Choffer  I, ele era muito amado pelo seu povo, o qual prestavam cultos e homenagens a ele, em frente ao palácio real.
            Este porém já era avançado em idade, e seu filho PRINCIPE João Augusto Choffer II, precisava casar-se para assumir o trono, mas nenhuma das princesas eram de seu agrado, uma era muito alta, ou muito baixa, muito fofinha ou muito magrinha, ou era muito exigente, enfim ele não queria casar-se com qualquer uma mesmo sendo uma PRINCESA, porque para ele isso não importava, mas queria casar-se com quem ele realmente amasse.
            Mas mesmo assim o rei não desistiu, convocou a todas as princesas dos reinos mais próximos, para se comparecerem ao palácio, na festa que ele daria ao seu filho.
            Próximo ao palácio havia uma pequena cidade “Cidade dos Anjos”, nela habitava uma moça muito bela, cabelos longos e loiros, de olhos verdes claros, chamada Clarice Genoveva, esta era órfã, morava em uma humilde casa com suas cinco irmãs, Tininha, Bananéia, Garibalda, Cafiaspirina e Francisca, ela era a mais velha, trabalhava no castelo, servindo os convidados para assim poder sustentar a casa.
            Bom, chegando o tão esperado dia da festa, lá estava o príncipe João Augusto II, recebendo os convidados, conversando com uma, com outra, e não se agradou de nenhuma.
            Então ele se vira, dando as costas ás convidadas, nisso Genoveva está indo de encontro com as convidadas para servi-las, e esbarra no príncipe derrubando as bebidas na roupa dele.
            -Mil desculpas, óh majestade! Disse ela, curvando-se para ajuntar a bandeja e os cacos de vidro no chão.
            -Não se preocupe, não foi nada! Disse ele, olhando para ela.
            Quando ela levantou-se, olharam-se nos olhos, e o AMOR ardeu nos corações dos pombinhos, mas não era possível ficarem juntos, porque ele deveria seguir a tradição da família real, casar-se com uma moça da realeza, ou seja, uma princesa.
            A partir desse momento os encontros deles, era sempre um se esbarrando no outro, causando pequenos acidentes, isso acontecia seguidas vezes.
            Quando o príncipe viu ela,  a primeira vez, ele sentiu no coração que era com ela que ele deveria se casar, e mesmo sabendo da tradição de sua família, ele não desistiu de tentar. Então conversou com seu melhor amigo, Jader, sobre determinado assunto, este se ofereceu para ajudar, mas tudo deveria ser feito ás escuras, porque se alguém no palácio descobrisse ou até mesmo desconfiasse, iria parar na mídia.
            Jader então como mensageiro foi até a moça, e pediu o numero do CELULAR dela, mas nem celular ela tinha, então João Augusto se encarregou de comprar um para ela, para que assim eles pudessem conversar e se conhecerem melhor. E assim começaram conversar, e passavam horas e horas conversando durante a noite.
            Decidiram se encontrar no jardim do palácio, perto do lago, seu amigo ajudou para que tudo fosse perfeito, Jader buscou a moça e a levou até o príncipe. Chegando lá, era um lugar lindo, com a claridade da lua, e algumas velas sobre a mesa, e ali permaneceram, e aconteceu o primeiro BEIJO.
            E assim aconteceram vários encontros ás escuras, até que surgiu a notícia de que a moça estava com sintomas de gravidez, isso chegou aos ouvidos do rei, ele muito irado pelo acontecido, ordenou que seu filho João Augusto comparecesse na Assembleia dos Júris, para que assim decidissem o que fazer, decidiram que ele deveria abafar o caso, e não vê-la mais, mas ajuda-la, mandando dinheiro, e também o que ela precisasse, porque se a mídia soubesse disso, traria vergonha ao reino, pela indisciplina do príncipe.
            E assim passou-se três semanas, o príncipe João Augusto II, foi apelar ao seu pai, o rei, para que concedesse o casamento dele com Clarice Genoveva; O pai disse que não podia ir contra os júris.
            Passado mais uma semana o rei, veio adoecer, ficando debilitado, mandou chamar seu filho. E assim conforme a ordem do rei, foi feito.
            - Pai, estou aqui.
            - Meu filho, estou com meus dias contados, para a morte, e você ainda não se casou, você não pode governar sozinho, precisa de alguém que o ajude.
            Naquela hora João pensou em sua amada, que teria que deixa-la para sempre, para casar-se com outra, seu coração se entristeceu naquele momento. Então disse o rei:
             - Filho, a Assembleia decidiu que a partir de hoje o que vai permanecer é o amor verdadeiro, não importando a classe social de ambas as partes.
            Naquele momento o coração de João se encheu de alegria novamente, mandou chamar sua amada, e logo foi informado de que Clarisse não estava grávida, ela apenas tinha comido algo que não a fez bem, e apresentou sintomas de ânsia de vomito, etc. Clarisse havia comentado com a cozinheira do palácio, que ela estava se sentindo estranha, com anciã, e ela levou adiante dizendo que era gravidez.
            Mas mesmo assim, ele não desistiu de casar-se com ela.
            O rei Augusto Choffer I, reivindicou do seu trono, e passou a liderança para seu filho, mas antes disso fez o casamento do príncipe João Augusto Choffer II com Clarice Genoveva, e trouxeram as irmãs dela para morarem no palácio.
            Depois disso o rei Augusto Choffer I viveu mais cinco anos, de alegria e amor ao lado de sua família, e viveram FELIZES PARA SEMPRRE!
 (Autores: Ana Carolina Zorzi Blehm, Bruna Luciane Timóteo, Délis Ortiz, Denise da Rosa, Maria Alice Pereira, Maycon Deiwed Grizza dos Santos, Nathália Mello e Renata Peres de Ramos)


A batalha de Lorde Dantas

Palavras de Fíneas, o mendigo:

“Eu já fui um grande aventureiro, tal como a principal que ajudei, mas tomei uma flechada no joelho. Minha família já não existia mais, foram mortos na Batalha da Floresta Branca, na época da revolução no império de Dorn.
Esses dias, um jovem príncipe de Yanis apareceu aqui procurando uma jovem princesa, que de acordo com a lenda, estava adormecida, esperando que alguém digno a acordasse para que ela retornasse ao seu reino. Eu, por acaso, tinha visto nas montanhas um templo, onde havia um portão com as marcas que tinham na chave do tal príncipe. Eu o guiei até lá e presenciei a confirmação da lenda.
Vi que a lenda realmente existia, mas estava sendo protegida por um guardião, que após muitas lutas e derrotado pelo príncipe, beijou e acordou a princesa.
Hoje sou o senhor de uma fazenda em Yanis. Fiquei sabendo que Lady Ária havia recuperado o trono de Sírius e hoje vive feliz com o príncipe. Assim, mantendo uma forte aliança entre os reinos do Sul.”

Palavras de Dantas, o príncipe:

“Eu, Lorde Dantas, vou contar-lhes a verdade por trás da história. Acordei a princesa apenas por causa de seu legado, o trono de Dorn.
Aquela meretriz com seu olhar de cigana, oblíqua e dissimulada, foi acordada por mim para que voltasse para Dorn e retomasse alguns seguidores e junto de seu exército dominássemos o Sul.
Mas Ária havia perdido sua ambição e como grande parte do império a adorava, logo perderam também.
Forjei um ataque à noite e com a ajuda de alguns magos, consegui o feitiço e amaldiçoei a princesa novamente.
Hoje sem Ária atrapalhando a marcha para o Norte para a guerra decisiva.”

Palavras de Ária, a princesa:

“Eu, Lady Ária, nunca vou esquecer aquele canalha que me acordou, e teve a petulância de me enfeitiçar novamente.
Dantas, o cavaleiro dourado, apareceu com um mendigo Fíneas, que fiquei sabendo que é um senhor de terras.
Tenho um guardião, o Ábis, que já foi derrotado três vezes, e as três vezes, os príncipes canalhas me rejeitaram, só porque eu queria um exército para tomar meu reino de volta, e claro, alguns navios, carros e armas, mas nada de exuberante. Dantas foi muito diferente. Fui levada por ele a Dorn, nos casamos e firmamos uma forte aliança. Retomei meu reino também.
Mas após os reinos e o governo imperial do Sul ficarem sob meu governo e o de Dantas, graças aos meus seguidores e o exército de Dantas. Meu marido me enfeitiçou novamente para ficar com todo poder do império em suas mãos.
E hoje, exatamente hoje, o dia em que conto essa história para vocês, o feitiço foi quebrado por um jovem bárbaro chamado Jokas. Declaro que tive minha vingança e conquistei o império de Dantas.”
(Autores: David, Eduardo, Élen, Gabriel, Ingrid, Juan, Luis Felipe, Miqueli e Thailana)


Forte abraço!
\0/
Profe. Cíntia Maciel
*Por favor, salvem a professorinha!   
  

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